Saturday, October 13, 2007

Noi(tard)adas

A minha colega Polaca encontrou um sítio aonde lhe pagam melhor e nestas coisas mantêm-se os amigos mas segue-se o trilho natural da vida. Nós, cientistas, temos um pouco a mania de dizer que se conseguimos ser amigos a trabalhar juntos, então se tal não acontecer somos amigos para a vida, e eu mais que tenho a certeza que a Joanna vai continuar a fazer parte da minha vida.
Ontem, quando ela me convidou, em jeito de despedida foleira porque ambas sabemos que nos vamos encontrar de novo pra semana que vem, para um copo e um passinho de dança dos 80’ties no walkabout em Temple não recusei. A proposta era encontrar as amigas dela Brasileiras, o que já de si prometia, mas, surpresas boa, e porque afinal um Tuga encontra-se em todo o lado, acabei por conhecer a Ana com quem simpatizei de imediato. Afinal a cultura é a mesma e tal como eu também ela se partia toda á custa destas tontas que não conseguem controlar aquilo que bebem.
Foi a primeira vez desde há 5 anos por estas bandas que dancei tanto numa só noite. É engraçada a forma como me identifico muito mais com a música dos anos 80 do que com este R’nB que passa na Capital FM o dia todinho. Foi bom para libertar energias e streess acumulado, e por descobrir que afinal existem sítios por aqui aonde o pessoal não dança sem ser de copo na mão (!) Mas claro, tudo muito á lá cultura britânica; estava eu a dançar desde as 9 da noite mas quando ás 11 e meia a Joanna se vira para mim a dizer que se vai embora (!)e eu não consigo evitar uma expressão de espanto. A rapariga Portuguesa vira-se para mim e sorri também. Ás 11 horas em Portugal eu estou a sair de casa!!!
A melhor parte da noite foi sem dúvida chegar a casa transpirada mas sem aquele cheiro horrível a tabaco na roupa e nos cabelos. A melhor lei que já vi ser posta em pratica nos últimos tempos!

1 comment:

barbiedoll said...

Quem me dera que em Portugal também fosse assim. Ainda ontem fui sair com uns amigos a propósito do aniversário de um deles e acabei a noite a cheirar horrivelmente a tabaco.